Atividades

Boicote a farinha transgénica!

 

 

2014/07/28 - A única farinha com milho transgénico atualmente à venda no país tem um nome a registar e a boicotar: P.A.N. 

De acordo com o levantamento realizado pela Plataforma Transgénicos Fora e divulgado hoje, ela encontra-se à venda em apenas duas cadeias de hipermercados: Froiz e Continente. Vale a pena optar pelas outras marcas disponíveis: só assim é possível maximizar a proteção da saúde dos consumidores destes alimentos. Se conhece quem consome desta marca de farinha de milho, alerte-os! Se a encontrar à venda, proteste junto desse hipermercado! (Basta preencher um cartão de sugestões/reclamações.) E se entender que a nossa saúde deve estar acima de qualquer interesse económico, boicote também o Froiz e o Continente até que deixem de ter esta farinha tão problemática à venda. O consumidor tem sempre razão, por muito que a farinha de milho transgénico seja legal em Portugal, e os hipermercados dão ouvidos aos clientes - é só uma questão de espalhar a mensagem!

DUAS CADEIAS DE HIPERMERCADOS DESTACAM-SE PELA FALTA DE PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR

2014/07/28 _ Apelo ao boicote de alimentos com milho transgénico 
A Plataforma Transgénicos Fora realizou em dez cadeias de hipermercados um levantamento das farinhas de milho provenientes de milho geneticamente modificado (GM, ou transgénico) e encontrou uma clara diferenciação entre eles. Enquanto que sete das insígnias não apresentavam qualquer item com milho transgénico nas suas prateleiras, seja em farinhas, amidos, sêmolas ou polentas, uma delas retirou imediatamente de circulação esses itens após alerta da Plataforma. Apenas duas vendiam e continuam a vender farinha de milho GM...

Reunião com o Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural

2012/07/04 - Foi hoje a reunião da Plataforma Transgénicos Fora com o responsável pelo dossier OGM no governo. Esta reunião tinha sido pedida a 20 de Março de 2012 e estiveram presentes, por parte da Secretaria de Estado, o próprio Secretário de Estado das Florestas (SEF), Dr Daniel Campelo, e a adjunta Dra Carolina Faria. O principal ponto da agenda, e o único para o qual houve tempo, foi a incapacidade demonstrada ao longo dos últimos anos pela Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) de cumprir o estabelecido pelo acórdão 169/10 do Supremo Tribunal Administrativo: permitir o acesso do público à informação sobre a localização dos terrenos com cultivo de milho transgénico. Antes de o Supremo se ter pronunciado sobre a questão a DGADR alegava que a lei não permitia essa divulgação. Após o Supremo ter esclarecido que essa informação podia (e devia) passar para o domínio público, a DGADR passou a apresentar desculpas inenarráveis que dificilmente poderão interpretar-se como estando de boa fé. Hoje o SEF ouviu a perspetiva da Plataforma nesta matéria, viu a documentação e os pareceres que a sustentam, e prometeu tomar uma decisão em tempo útil face aos nossos pedidos concretos. Aguardemos.

Cabazes de Natal para diferentes gostos

2010/12/17 - A Plataforma Transgénicos Fora celebrou a época natalícia com a entrega de cabazes de alimentos a entidades representativas de estratos sociais dos que menos podem escolher se querem ou não comer transgénicos: os mais idosos, as crianças e os sem abrigo. Porque os problemas têm sempre uma origem, foi igualmente entregue um cabaz à Comissão Europeia, mas este estava repleto de "alimentos" transgénicos, desenhados para mostrar as promessas vazias e as ameaças reais dos transgénicos. Uma acção simples e muito clara.

Para saber mais, consulte o nosso comunicado de imprensa. Para ver fotos do evento, clique abaixo onde diz "Continue a ler aqui".

Conferência Europeia das Regiões Livres de Transgénicos

2010/09/18 - A Plataforma Transgénicos Fora esteve presente na 6ª Conferência Europeia das Regiões Livres de Transgénicos, que terminou hoje na Bélgica. Mais de 300 activistas de iniciativas livres de transgénicos e representantes de 37 países, incluindo produtores de sementes, agricultores, apicultores, comerciantes, consumidores, cientistas e activistas estiveram activamente presentes.

Foi discutida criticamente a política dos novos transgénicos da União Europeia e saudado o anúncio do ministro do Meio Ambiente da Região de Bruxelas de que esta cidade-região acaba de se declarar zona livres de transgénicos. Neste encontro também houve uma acção de sensibilização (e formação teórico-prática) em frente ao Parlamento Europeu contra o cultivo de milho transgénico.

Durante três dias, e ao longo de 30 workshops, os participantes trocaram informações e discutiram estratégias comuns para uma Europa livre de OGM. A notícia mais chocante veio do professor Andrés Carrasco, embriologista líder na Argentina, que apresentou um artigo científico recentemente publicado onde se demonstra que o glifosato, o ingrediente activo do herbicida "Roundup" (o mais vendido no mundo), causa graves danos embrionários.

A activista Vandana Shiva falou, e bem!, sobre o caso dos transgénicos na Índia e sobre o movimento anti-transgénicos global. A conclusão final dos trabalhos foi de que esse movimento está decidido a lutar por uma moratória no cultivo de transgénicos e por uma revisão séria do processo de avaliação de risco a nível europeu.

Diga o que pensa a quem manda!

ACTUALIZAÇÃO A 2010/07/14 - Grande vitória! Após meses de campanha, e depois de ter reunido ontem, 13 de Julho, com a Plataforma Transgénicos Fora, o Ministro da Agricultura António Serrano anunciou que o nosso governo vai estar contra a aprovação do arroz transgénico "ao nível técnico e ao nível político". Falta agora conseguir que um número suficiente de países faça o mesmo nas votações em Bruxelas! Esta campanha obteve todo o sucesso a que aspirávamos.


Pela primeira vez uma empresa (a alemã Bayer) pretende comercializar arroz transgénico na União Europeia. Até aqui as plantas transgénicas estavam praticamente limitadas às rações animais. Mas agora a engenharia genética vai chegar directamente ao nosso prato. O que fazer?

1º passo: Informe-se!

SABIA QUE...

... o arroz é o alimento mais importante do mundo? Mais de metade da população mundial come arroz todos os dias. E, de entre os europeus, os portugueses são os maiores consumidores de arroz: cada um de nós come em média cerca de 17 quilos por ano!

... a empresa Bayer pretende que a União Europeia aprove em 2010 a importação e consumo do arroz LL62, um arroz transgénico que é muito diferente do arroz convencional tanto em termos de vitaminas (B5 e E), como em cálcio, ferro e ácidos gordos?

Clique aqui para continuar a ler!

Polegares para cima e para baixo


Em 7 de Julho de 2010 os eurodeputados da União tiveram a oportunidade de mostrar o que pensavam sobre o direito dos consumidores à rotulagem de alimentos provenientes de animais alimentados com rações transgénicas. Considerando que quase todos os transgénicos em circulação se destinam a aviários, suiniculturas e pecuárias, torna-se crucial conhecer quais ovos, leite, carne (e peixe, para aquaculturas) e seus derivados provêm desse tipo de cadeia alimentar.

No que toca aos nossos eurodeputados, o resultado foi lamentável: se a votação tivesse sido só com portugueses, a proposta de rotulagem era liminarmente chumbada. Embora o Bloco de Esquerda e o PCP tenham votado unanimemente a favor da rotulagem, no PSD e no PP todos votaram contra. O PS dividiu-se: Vital Moreira absteve-se, Capoulas Santos e Correia de Campos votaram contra, e só os restantes quatro votaram a favor.

Se sentir que há alguns eurodeputados a precisar de ouvir de que lado estão os interesses do consumidor, pode consultar os seus emails aqui.

No final a proposta não passou: era necessária maioria absoluta (369 deputados a favor) e houve apenas maioria simples (351 a favor e 296 contra). Se todos os deputados portugueses tivessem votado a favor, teríamos ficado a apenas 6 votos de atingir a maioria absoluta.

Tudo o que sempre quis saber sobre arroz transgénico e não tinha a quem perguntar

2010/07/05 - A Plataforma divulga hoje um documento essencial para o debate nacional sobre o arroz transgénico: Arroz Transgénico em Portugal: Riscos de uma Aprovação e Razões para uma Recusa. Para saber o que a Bayer pretende, em que é que o seu arroz transgénico é diferente, porque é que isso acarreta uma maior exposição a um herbicida tóxico mesmo depois dele ter sido proibido, porque é que os orizicultores ficam a perder e onde é que Portugal pode (e deve intervir), não deixe de ler e partilhar com amigos e família.

Soja (ir)responsável

Junho de 2010 - Mais de 200 organizações de agricultura, ecologia e consumidores de todo o mundo, entre as quais a Plataforma Transgénicos Fora, condenaram publicamente a tentativa, por parte da iniciativa internacional denominada Mesa Redonda sobre Soja Responsável, de legitimar a produção de soja transgénica com uma fachada de responsabilidade ambiental.

A Mesa Redonda sobre Soja Responsável propõe-se lançar durante este mês de Junho, no Brasil, o rótulo "Soja Responsável", que é suposto distinguir uma produção ambientalmente correcta da restante produção sojeira, que representa um dos principais factores de desflorestação, erosão do solo, destruição do sustento de comunidades locais e contaminação com pesticidas da América do Sul, entre outras regiões. Mas o rótulo vai poder ser aplicado a soja transgénica cultivada em zonas recém-desmatadas, precisamente a forma de produção de maior impacto ambiental e social. Será porque, da Mesa Redonda, fazem parte a Monsanto, Bayer e Syngenta, entre outras multinacionais da produção intensiva e transgénica?

Consulte o texto completo da carta aberta de protesto, em inglês: Growing Opposition to Round Table on Responsible Soy.

Leia também um documento detalhado: Thirteen Reasons Why the Roundtable On Responsible Soy Will Not Provide Responsible or Sustainable Soya Bean Production

COLÓQUIO: Alimentação Hospitalar - Transgénicos e Saúde


Quer saber mais sobre o que se come nos hospitais? Pretende perceber por onde andam os transgénicos? Quer conhecer as implicações destes alimentos para a saúde? Então deve vir ao colóquio "Alimentação Hospitalar: Transgénicos e Saúde", a realizar no sábado dia 22 de Maio de 2010 entre as 9:30 e as 14h no Anfiteatro do Edifício Egas Moniz da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (nas traseiras do Hospital de Santa Maria, na Av. Professor Egas Moniz). A entrada é livre.

Oradores presentes:

HELENA JERÓNIMO, socióloga, professora auxiliar no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa
PATRÍCIA ALMEIDA NUNES, Dietista, Pós-graduada em Gestão de Serviços de Saúde e em Doenças Metabólicas e Comportamento Alimentar, doutoranda na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
JOSÉ LUÍS GARCIA, Doutor em sociologia, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, professor na licenciatura de Ciências da Saúde da Universidade de Lisboa
ISABEL DO CARMO, Médica, Doutora pela Faculdade de Medicina de Lisboa, especialista em Endocrinologia e Nutrição, directora do serviço de endocrinologia do Hospital de Santa Maria
MARGARIDA SILVA, Bióloga, doutorada em biologia molecular, professora auxiliar da Universidade Católica

Paralelamente ao colóquio estará patente ao público a exposição "Agricultura, Alimentação e Ambiente."

Para conhecer o programa detalhado basta clicar e descarregar o folheto.

Se puder ajudar a divulgar, agradecemos! Nesse caso descarregue também o cartaz.

Haverá emissão de certificado de presença mediante inscrição prévia para o email eventos@stopogm.net com indicação de nome, idade e contacto (até 18 de Maio).

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