Riscos para a saúde

The Risks of Genetic Engineering

Arpad Pusztai and the Risks of Genetic Engineering
By Ken Roseboro, ed.
The Organic and Non-GMO Report, June 2009

Arpad Pusztai was one of the first scientists to raise concerns about the safety of genetically modified foods. In the late 1990s, Pusztai, a respected molecular biologist, conducted research on GM potatoes for the Rowett Institute in Scotland. The potatoes were genetically altered to produce lectins, natural insecticides, to protect them against aphids. Pusztai conducted feeding studies on rats and found that the potatoes damaged the animals' gut, other organs, and immune system. In 1998, Pusztai expressed his concerns about GM foods on a British television program and was promptly suspended and forced to retire from his position. Dr. Pusztai's research was later peer reviewed and published in The Lancet, a leading British medical journal.

Q: You were initially supportive of genetically modified foods, is that correct?

Yes, I thought at the time on the basis of rather poor understanding of genetic modification that it was a good idea. As we progressed with our experimental work we found all the snags and I had to re-assess my ideas.

Q: What negative impacts did you find with GM potatoes you were developing?

Associação de médicos adverte contra os transgénicos e pede moratória

2009/05/19 - A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAMA) levantou sérias dúvidas quanto à segurança dos transgénicos em termos da saúde humana e pediu uma moratória imediata à sua venda.

A AAMA analisou a ciência disponível e concluiu que "a relação entre os transgénicos e efeitos negativos na saúde é mais do que uma mera coincidência", e que a ligação causa-efeito "é confirmada em vários estudos em animais". Ainda segundo a AAMA, os riscos para a saúde são sérios e incluem a infertilidade, desregulação imunitária, envelhecimento acelerado, desregulação de genes associados à síntese do colesterol, à regulação da insulina, à comunicação celular e à síntese proteica, e ainda alterações hepáticas, renais e gastrointestinais.

A Dra. Jennifer Armstrong, presidente da AAMA, afirmou: "Os médicos provavelmente estão a encontrar estes efeitos nos seus doentes, mas não sabem colocar as questões correctas". Face a esta realidade a AAMA pediu a realização de estudos científicos independentes sobre as consequências de longo prazo dos transgénicos na saúde humana, para além de rotulagem generalizada.

Para saber mais pode descarregar o comunicado de imprensa da AAMA e o relatório de reflexão da AAMA.

Segundo matemático, é irrisória a fiabilidade estatística dos estudos sobre impactos dos transgénicos

2009/05/13 - De acordo com uma notícia publicada hoje no jornal Le Monde, o matemático francês Marc Lavielle afirma que as experiências onde se deveria determinar o impacto na saúde de cada transgénico não têm potência estatística suficiente para permitir que se tirem conclusões.

Este especialista, o único da sua área com assento no Alto Conselho sobre Biotecnologias criado pelo governo francês, afirma: "os testes são aplicados a grupos com apenas cerca de uma dezena de ratos, durante algumas semanas...", ou seja, "as amostras [de animais] são pequenas demais para afastar a incerteza".

Este problema da significância estatística dos estudos realizados pela indústria da engenharia genética - ou, mais exatamente, da sua falta - já tem sido levantado no passado e por isso não é novo. Mas a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar não parece preocupada com ele, uma vez que continua a dar a sua chancela de aprovação a dossiers que carecem de rigor matemático.

Comer faz mal à saúde... quando é milho da Monsanto

Foram divulgados a 11 de Novembro de 2008 os resultados de um estudo pela Universidade de Viena sobre as implicações a longo prazo para a saúde de uma alimentação rica em milho transgénico. Os resultados mostram que a fertilidade dos ratinhos alimentados com milho geneticamente modificado foi seriamente afectada, observando-se uma descendência menor do que para os ratinhos alimentados com milho convencional.

Os OGM, a Saúde, os Riscos e as Decisões

INSTITUTE FOR RESPONSIBLE TECHNOLOGY Boletim de Julho de 2007

ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS: TOXINAS E INSUCESSOS REPRODUTIVOS

A retórica oficial desde o início dos anos 90 proclama que os alimentos geneticamente modificados (OGM ou GM) são equivalentes aos seus correspondentes naturais que existem desde há séculos. Mas esta é uma afirmação puramente política, sem nada de científico. Numerosos cientistas do FDA [a autoridade americana de segurança alimentar] têm sistematicamente considerado estes novos alimentos GM como preocupantes. Para além do potencial para causarem problemas nutricionais e alérgicos difíceis de detectar, os cientistas afirmaram que "A possibilidade de mudanças acidentais inesperadas nas plantas GM" pode conduzir a "concentrações inesperadamente elevadas das substâncias tóxicas da planta"...[1]

OGM: As provas existem

No seu editorial de 25 de Agosto do corrente ano o semanário Expresso afirmava, taxativamente: “Não há qualquer – uma só – prova científica de que o milho transgénico (da qualidade que é autorizado em Portugal e na Europa) seja pernicioso para a saúde.” A segurança alimentar e ambiental dos organismos geneticamente modificados (OGM, transgénicos) em circulação no espaço europeu é certamente uma das questões centrais na contestação que lhes é movida e a posição do editorialista, a estar correcta, desarmaria muitas das críticas que se têm ouvido ao longo da última década. Vale pois a pena verificar a (in)existência de provas científicas. Claro que a ausência de prova, por si só, não prova a ausência de riscos. Mas sem qualquer prova documentada de impacto negativo dificilmente se justifica accionar medidas restritivas contra os OGM, mesmo ao abrigo do Princípio da Precaução.

OGM e Alergias - Parte 2: o milho GM

INSTITUTE FOR RESPONSIBLE TECHNOLOGY
Boletim de Junho de 2007


OS ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS PODEM AUMENTAR AS ALERGIAS ALIMENTARES


Parte 2 - MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO

A indústria da engenharia genética gosta de dizer que vende culturas geneticamente modificadas (GM) que resistem às pragas. Isto poderia induzir a imagem de insectos a afastar-se dos campos com culturas GM. Mas “resistir às pragas” é apenas um eufemismo que na verdade significa “contém um pesticida letal”. Quando os insectos ingerem a planta GM o pesticida perfura-lhes o estômago e morrem.

OGM e Alergias - Parte 1: a soja GM

INSTITUTE FOR RESPONSIBLE TECHNOLOGY
Boletim de Maio de 2007

OS ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS PODEM AUMENTAR AS ALERGIAS ALIMENTARES

Parte 1 – SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA

O enorme aumento das alergias alimentares infantis nos Estados Unidos é frequentemente noticiado(1), mas a maior parte dos relatórios é omissa quanto a uma mudança radical recente da dieta americana. Desde 1996, genes de vírus, bactérias e outras células têm vindo a ser introduzidos artificialmente no DNA da soja, milho, algodão e colza. Estes alimentos geneticamente modificados (GM), muitas vezes não rotulados, apresentam o risco de desencadear reacções alérgicas mortais e as provas recolhidas na última década sugerem que alguns deles estão a contribuir para o aumento das alergias.

O Ministério da Saúde não é inocente

Será por ignorância?
O Ministério da Saúde demitiu-se da sua responsabilidade de zelar pela protecção da saúde pública, pelo menos no âmbito dos testes com milho transgénicos pedidos para Rio Maior, Alcochete e Salvaterra de Magos. O grande argumento apresentado: como o milho resultante desses ensaios não é para comer, não há problema nenhum. Assunto encerrado. Ou não? O Ministério esqueceu-se, por exemplo, de que as abelhas podem levar o pólen transgénico a quilómetros de distância. O que é que acontece a quem comer mel contaminado? O Ministério nem sequer colocou a pergunta, e dificilmente terá qualquer resposta. Veja abaixo as outras perguntas que o Ministério da Saúde se esqueceu de colocar.

Da Rússia, os factos

CIENTISTAS RUSSOS APRESENTAM NOVOS DADOS SOBRE A INFLUÊNCIA PREJUDICIAL DOS OGM NA SAÚDE HUMANA
Agência Noticiosa Regnum
11 de Maio de 2007

«Os resultados das nossas pesquisas sobre a influência dos organismos geneticamente modificados (OGM) nos organismos vivos tornam duvidosa a sua inocuidade» disse hoje Alaxander Baranov, presidente da Associação Nacional para a Segurança Genética, numa conferência de imprensa no Centro REGNUM em Moscovo.

Páginas

Subscribe to Riscos para a saúde

Gostaria de nos apoiar?

FALE CONNOSCO