Produtor português toma posição sobre transgénicos

Agricultores exigem respeito pelo principio da precaução

«Passar da palavra à ação. Agir é, também, fazer circular a informação. A afixação em territórios privados (quintas, herdades…) de informação relativa à ausência nestes espaços de culturas transgénicas é um ato simbólico para, nomeadamente, salvaguardar as áreas em modo de produção biológico das contaminações provocadas pelo pólen do milho OGM/transgénico. A mercantilização passou o conhecimento científico-tecnológico do laboratório para o campo desrespeitando o princípio da precaução. Agora o equilíbrio natural e a saúde das populações estão em risco. Talvez a visibilidade desta informação ao longo dos caminhos desperte a curiosidade das pessoas levando-as a questionarem-se e “ajude” as direções regionais de agricultura a cumprirem a legislação relativa às distâncias mínimas para autorização do cultivo de transgénicos, que é sistematicamente ignorada.»

Luís Coutinho, da Herdade Tapada da Tojeira

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